Ele diz “I have to go home”. Ela faz com a mão como se finalizasse um passe de mágica:
- You’re home
Em tempos de intensas mudanças, é difícil encontrar nossa casa. Difícil perceber que procuramos no lugar errado. E entender, de fato, porque temos nomes se podemos ser identificados de outras formas. Seja pelo que realmente somos e fazemos, seja pelo julgamento social que impõe grupos a determinados lugares. Casa é apenas um nome. Nome é apenas mais uma das infinitas classificações.
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Um comentário:
Gosto muito de ler o que você escreve. Por favor, não abandone mais seu blog e seus leitores.
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